Alavancagem
RiscoMecanismo que permite controlar uma posição maior do que o capital depositado. Amplifica ganhos e perdas.
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155 termo(s) encontrado(s)
Mecanismo que permite controlar uma posição maior do que o capital depositado. Amplifica ganhos e perdas.
Preço de venda do mercado / preço em que você compra o par.
Preço de compra do mercado / preço em que você vende o par.
Intermediário que oferece acesso a cotações, plataforma e execução de ordens para o cliente de varejo.
Queda do capital a partir de um pico anterior. Mede o quanto a conta recuou.
Mercado global de câmbio (foreign exchange), onde moedas são negociadas em pares.
Salto de preço entre um fechamento e a abertura seguinte, ou em eventos extremos, sem negociação nos níveis intermediários.
Unidade de tamanho de posição. Lote padrão tradicionalmente representa 100.000 unidades da moeda base (varia conforme o produto).
Posição que se beneficia se a moeda base se valorizar frente à cotada.
Capital bloqueado/necessário para manter posições alavancadas abertas.
Unidade clássica de variação de preço no Forex (ex.: 0,0001 em muitos pares).
Zona de preço onde vendas relativamente fortes tendem a aparecer e frear altas.
Ambiente de aversão a risco, em que o capital busca posturas mais defensivas.
Ambiente de apetite a risco, com maior disposição a ativos ligados a crescimento.
Posição que se beneficia se a moeda base se desvalorizar frente à cotada.
Diferença entre o preço esperado da ordem e o preço efetivamente executado.
Diferença entre ask e bid; custo implícito de abrir/fechar a operação.
Ordem ou nível em que a operação é encerrada para limitar perda quando o cenário falha.
Zona de preço onde compras relativamente fortes tendem a aparecer e frear quedas.
Ajuste financeiro por manter posição aberta de um dia para o outro, ligado a diferenciais de juros e política da corretora.
Nível planejado para realizar lucro e encerrar total ou parcialmente a posição.
Intervalo de tempo de cada candle no gráfico (ex.: 5 minutos, 1 hora, diário).
Intensidade das oscilações de preço em um período. Alta volatilidade eleva risco e oportunidade.
Média aritmética dos últimos N fechamentos. Suaviza o preço com peso igual em cada período.
Média que dá mais peso aos preços recentes, reagindo mais rápido que a SMA.
Índice de Força Relativa: oscilador de momentum (0–100) baseado em ganhos e perdas recentes.
Indicador de momentum: diferença entre duas EMAs, com linha de sinal e histograma.
Média central com bandas superior/inferior baseadas em desvio padrão; reflete volatilidade.
Average True Range: mede a amplitude média do true range. Não indica direção, só volatilidade.
Oscilador que localiza o fechamento dentro da faixa máxima–mínima recente (%K e %D).
Quando o preço faz nova extrema e o indicador de momentum não confirma — possível perda de força.
Zonas extremas de osciladores (ex.: RSI alto/baixo). São relativos ao histórico recente, não ordens automáticas.
Sequência de sinais falsos que “chicoteiam” o trader em mercado lateral ou ruidoso.
Preço médio ponderado por volume no recorte da sessão; no Forex varejo o volume costuma ser aproximado (tick).
Máxima mais alta que a máxima relevante anterior; peça da estrutura de alta.
Mínima mais alta que a mínima relevante anterior; tipicamente pullback em alta.
Máxima mais baixa que a anterior relevante; comum em estrutura de baixa.
Mínima mais baixa que a anterior relevante; confirma pressão vendedora no mapa simples.
Perda ou superação clara de um swing relevante que muda a leitura de tendência no timeframe escolhido.
Volta do preço a uma zona rompida para testar se o mercado aceita o novo papel (ex.: antigo topo como suporte).
Preço ultrapassa uma zona e falha em sustentar, voltando — frequentemente pune entradas de FOMO.
Candle de pavio longo e corpo pequeno sugerindo rejeição de um extremo; depende de contexto.
Candle cujo corpo cobre o corpo anterior, sugerindo troca de controle de curto prazo.
Faixa onde o preço foi aceito com frequência; base para pensar suporte/resistência como área.
Movimento temporário contra a tendência dominante antes de eventual continuação.
Saída do preço de uma zona de consolidação ou nível, com aceitação além da faixa.
Encontro de fatores (nível + estrutura + volatilidade) que fortalecem uma hipótese — sem garantir resultado.
Leitura combinada de mais de um timeframe (contexto maior + execução menor).
Período asiático de liquidez; muitos pares andam mais devagar fora de notícias locais.
Abertura europeia; costuma aumentar liquidez em pares europeus e majors.
Abertura americana; overlap com Londres é janela de alta atividade em vários majors.
Sobreposição de sessões com tipicamente mais volume e movimento em vários pares.
Referência da SafeCandle para pensar sessões sem confusão de fuso do trader BR.
Par de moedas mais líquidos (ex.: EUR/USD, USD/JPY); spreads costumam ser mais apertados.
Par que não inclui USD (ex.: EUR/GBP); comportamento e custo podem diferir dos majors.
Par com moeda de mercado emergente ou menor liquidez; spread e gaps podem ser mais hostis.
Tamanho de contrato de referência (classicamente 100.000 da moeda base) — confira sua corretora.
Fração do lote padrão (ex.: 0,1); reduz exposição em relação ao cheio.
Fração ainda menor (ex.: 0,01); útil para praticar risco pequeno.
Percentual ou valor máximo que você aceita perder se o stop for atingido.
Relação entre o que se arrisca e o alvo de ganho; não substitui taxa de acerto e custos.
Série de resultados negativos; o plano precisa sobreviver a ela sem revenge.
Fear of missing out — medo de ficar de fora, gerando entrada impulsiva.
Tentar 'recuperar' loss aumentando risco ou abandonando o plano.
Operar em excesso sem setup — tédio e ansiedade disfarçados de oportunidade.
Registro de decisões, emoções e tags de processo para review — não só PnL.
Regras escritas de mercado, risco, entrada/saída e o que é proibido.
Vantagem estatística hipotética de um processo; não é garantia de lucro em amostra pequena.
Indicador de força de tendência (não direção).
Componentes direcionais usados no cálculo do ADX.
On-Balance Volume — acumula volume conforme o sentido do fechamento.
Níveis percentuais de um swing usados como grade de possível pullback.
Sistema de pontos que segue o preço; sensível a whipsaw em range.
Média móvel exponencial — reage mais ao preço recente que a SMA.
Média móvel simples — peso igual a cada fechamento do período.
Faixas em torno de uma média baseadas em desvio padrão (volatilidade).
Facilidade de negociar sem mover muito o preço; varia por par e horário.
Custo ou crédito por manter posição de um dia para o outro (consulte a corretora).
Ambiente simulado para treinar execução e emoção com dinheiro fictício.
Capital verdadeiro em risco; só após processo e risco compreendidos.
Quando o mercado negocia de forma sustentada em uma região, sugerindo que aquele valor foi 'ok' para o leilão.
Pavios ou voltas rápidas que sugerem que um extremo não foi aceito pelos participantes naquele recorte.
Fase de range em que o preço oscila em faixa relativamente definida antes de um possível deslocamento.
Movimento direcional mais rápido e amplo, frequentemente seguido de pausa ou pullback.
Movimento contra o impulso dominante; pode ser saudável ou início de mudança — o contexto decide.
Regiões onde param stops e ordens pendentes; o preço pode 'buscar' essas áreas antes de seguir.
Zona de imbalance discutida em algumas escolas de PA; trate com ceticismo e risco, sem misticismo.
Lacuna de preço em leituras modernas de imbalance; hipótese de preenchimento, não lei.
Sigla comum para quebra de estrutura de swing no timeframe observado.
Mudança de caráter da estrutura; linguagem de algumas metodologias de PA.
Janela horária que alguns traders consideram mais ativa; não é regra universal.
Virada de dia de negociação / ajustes de swap — confira regras da corretora.
Referências de preço em horários específicos usados por instituições; pode alterar volatilidade.
Estratégia que busca diferencial de juros entre moedas; risco de câmbio e de regime.
Modos de apetite a risco global que afetam fluxos em moedas e ativos.
Moeda amplamente usada em reservas e comércio internacional (ex.: USD).
Relação teórica entre juros e câmbio; no curto prazo o preço pode ignorá-la.
Tendência de dois ativos se moverem juntos ou inversamente; correlações mudam.
Operar vários pares correlacionados pode ser o mesmo risco disfarçado.
Perder porque o método deixa de funcionar no regime atual — não só 'azar'.
Erro de clique, TF errado, ordem invertida, plataforma — também destrói conta.
Dificuldade de executar no preço desejado em momentos finos ou extremos.
Trava de processo: após X% ou R$ de perda no dia, para.
Trava maior para evitar buraco emocional em sequência ruim.
Conta pequena não sustenta meta de salário; alinhe expectativa.
Fórmula de fração de bankroll; fácil de abusar — iniciantes preferem % fixo baixo.
Média ponderada de resultados do processo; exige amostra e honestidade de custos.
Spread, comissão, slip, swap — edge precisa superar isso.
Ordem preenchida só em parte; relevante em ordens grandes ou baixa liquidez.
One-cancels-the-other — combos de ordens em algumas plataformas.
Stop que se move a favor do preço segundo regra; pode ser chicoteado em ruído.
Mover stop para entrada após certo ganho; protege, mas pode sair em ruído.
Ordem que espera preço futuro (limit/stop) em vez de mercado imediato.
Visão de ordens; no Forex varejo o book completo institucional raramente está disponível.
Quão fiel a corretora executa vs preço pedido — tema de due diligence do aluno.
Plataforma oferece novo preço; comum em modelos antigos/estressados.
Posições que se compensam; regras e utilidade variam — não é desculpa para bagunça.
Sistemas de grades de ordens; alto risco de drawdown — estudar com desconfiança.
Dobrar após loss; matematicamente sedutor e historicamente fatal em caudas.
Aumentar só após gains com regras; ainda exige disciplina e tetos.
Capacidade de seguir o plano quando a emoção pede o contrário.
Esperar o setup do plano — o ativo mais subestimado.
Estado que empurra overtrading; planeje o que fazer além de clicar.
Momento clássico de afrouxar regras; registre no diário.
Bloqueio de entrar em setup válido; também é desvio de plano.
Vies cognitivo de prender-se a um preço ou PnL de referência irrelevante.
Buscar só o que confirma a narrativa desejada no gráfico.
Achar que mais cliques ou mais indicadores controlam o aleatório.
Estado emocional alterado após sequência; pare o dia.
Mantra de amostra pequena: julgue aderência ao plano, não um trade isolado.
Cuidado ao basear autoestima só em PnL diário.
Revisão com honestidade (diário, mentor de processo, regras).
Etiqueta de processo no diário (FOMO, plano, revenge…).
Conjunto de linhas de equilíbrio e nuvem; complexo — estude por partes.
Linhas rápidas/lentas do Ichimoku (média de máximas/mínimas de períodos).
Área entre senkou spans no Ichimoku; suporte/resistência dinâmicos em algumas leituras.
Commodity Channel Index — oscilador de desvio em relação à média estatística.
Oscilador de momentum relacionado à faixa recente; primo do estocástico.
Taxa de variação do preço em N períodos; simples e atrasado.
Rate of Change — variação percentual em N períodos.
Níveis derivados do OHLC do período anterior; grade popular em day trade.
Canal de máximas/mínimas de N períodos; base de breakouts clássicos.
Canal baseado em EMA e ATR; primo do Bollinger com outra medida de largura.
Trailing baseado em ATR; sofre em range como outros flips.
Distribuição de volume por preço; no Forex varejo a fonte de volume importa.
Contratos em aberto — mais nativo de futuros que de spot FX varejo.
Derivativo padronizado em bolsa; regras diferentes de CFD/spot varejo.
Contrato por diferença oferecido por muitos brokers; leia riscos e contraparte.
Quem está do outro lado da sua operação no modelo do broker.
Marco legal do intermediário; pesquisar não é indicação de marca.
Know your customer — verificação de identidade em corretoras.
Fill melhor ou pior que o esperado.
Spread que abre em volatilidade e notícia.
Custo fixo por lote em algumas contas; some ao spread no custo total.
Saldo ± resultado flutuante das posições abertas.